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quarta-feira

AMOR PATOLÓGICO E AS FAMÍLIAS DE HOJE!

E se tratando de amor... 

Não é tarefa fácil diferenciar o “normal” do patológico, quando o assunto é amor. Muitos conflitos são comuns entre casais, porém dentro de uma certa “normalidade”. Assim como uma pitada de ciúmes “saudável” até apimenta a relação. Porém, os especialistas nos trazem diversos tipos de amor patológico onde a pessoa adoece e chega à beira da loucura... Este post ficaria imenso se fossemos citar todos, assim, vamos comentar alguns tipos deste amor doentio.

·    Ciúme patológico - a pessoa demonstra medo da perda, resultado da baixa autoestima e da sensação de insegurança;
· Transtorno de personalidade borderline - a pessoa apresenta alta impulsividade e pela instabilidade emocional desde a infância, traços que podem se manifestar sobre o parceiro em situações de ameaça de abandono;
·    Codependência - a pessoa manifesta comportamento desajustado que se caracteriza pela dependência mútua numa relação;
·   Transtorno obsessivo-compulsivo - a pessoa tem pensamentos intrusivos e persistentes que geram um comportamento repetitivo.

Caso você acredite que você ou seu parceiro possam estar sofrendo deste mal, pesquisa na net que encontrará vários tipos e sintomas de amor patológico. As pessoas que experimentam este amor, geralmente, procuram ajuda quando não suportam a angústia devido ao relacionamento. O primeiro passo seria o paciente se conscientizar do problema e as vezes chegar a um terapeuta pode ser difícil. Normalmente o parceiro(a) é quem pede para ambos procurarem uma ajuda e só ouvindo sobre esta patologia de um profissional é que o casal passa a compreender melhor a situação.

MULHERES E HOMENS QUE AMAM DEMAIS


A questão da quantidade de amor foi abordada pela psicoterapeuta de casais Robin Norwood em seu famosobest-seller Women who love too much,base do grupo de autoajuda Mulheres que Amam Demais Anônimas. O livro relata a história de diversas mulheres atendidas na experiência clínica da psicoterapeuta, que delineia o comportamento excessivo, progressivo de dar amor e atenção ao parceiro, o qual levaria a mulher a se tornar viciada e dependente de um homem distante e negligente. Hoje já existem grupos de ajuda direcionados aos homens que amam demais, pois apesar da ocorrência ser maior entre as mulheres, o amor e suas diversas formas de amar não tem sexo, portanto este amor patológico acontece também com os homens.

Em uma relação mais complexa, pode ocorrer primeiro com um dos parceiros, e após meses ou anos, com o outro. Normalmente quando um sente-se rejeitado, seja desde a infância ou na fase adulta, desenvolve os sintomas com a pessoa que ama. Se este casal convive por longo tempo juntos, pode acontecer do dependente/obsessivo se tratar ou de alguma forma se “curar”, e então o(a) parceiro(a), acaba por sentir falta daquela situação e é quando pode ocorrer o mesmo com este, que agora sente-se rejeitado (a). Neste caso o casal fica “doente” e quando há filhos, há família toda adoece e precisa de ajuda.

Claro que tudo depende do caso, mas para alguns indico a terapia de casal num primeiro plano e depois incluir os filhos nas sessões, passando então para uma Terapia Familiar. Porém, dependendo de uma avaliação, as vezes há necessidade desde casal primeiro ter um tratamento individual (cada um com um terapeuta), para depois passar a Terapia de Casais e Depois a Familiar.

MINHA SUGESTÃO: Procure em sua cidade um terapeuta que trabalhe com terapia sistêmica... Não há como começar tudo isso com uma psicanálise tradicional, por exemplo. É necessário alguém com formação em Terapia Familiar Sistêmica para avaliar o caso e então encaminhar, se preciso for, para outros profissionais que atendam individualmente ou já iniciar a terapia de casais e depois a familiar. 

Procurem também profissionais que trabalhem com “Terapias Breves”... Se sua relação já está por um fio ou até se este fio já se rompeu, você deve estar com pressa de ajudar toda a sua família e uma terapia convencional de meses ou anos não vai resolver seu problema QUE URGE, certo? Profissionais com formações sistêmicas são capazes de aliviar a “tensão” do relacionamento, já numa primeira conversa. As próximas sessões já servirão para que ambos compreendam o que ocorre e como resolver.

É pessoal, vai entender a mente humana, né??? Fico pensando com meus botões nos mais diversos tipos de famílias... Ontem teve uma reportagem na Rede Globo sobre isso, para ajudar a promover a próxima novela, que também retratará o assunto. Os casais de hoje em dia em relação aos filhos tem: “os meus, os seus e os nossos”... Filhos de outros casamentos e filhos em comum... Com a modernidade, como retratou a reportagem e a próxima novela, milhares de pessoas vão começar a correr atrás de seus “meios irmãos”... frutos não só de outros relacionamentos que os pais tiveram, mas frutos de doações de óvulos e sêmen congelados em laboratórios... E mais, veremos ainda meio irmãos se apaixonando, como tantas outras coisas estamos vendo nas novelas, como relações homossexuais e bissexuais com aprovações dos cônjuges, traições, amantes morando na mesma casa da família e assim por diante. Tudo vai nos parecendo cada vez mais “normal”, mas infelizmente é isso que vem contribuindo para centenas de separações e relações amorosas doentias...

Pergunto: Estamos evoluindo???? Para mim, este “veneno” que entra em nossas casas todos os dias, travestido de “diversão” e “entretenimento”, vai minando as mentes pouco a pouco e transformando héteros em homossexuais... mesmo os que não tenham esta orientação, pois acabam por querer experimentá-la, afinal... tudo vem parecendo tão normal, não é?

Pesquisadores defendem que o amor patológico se assemelha à dependência de drogas ou álcool. A pessoa experimenta uma sensação de abstinência quando está longe da pessoa amada.

Já a antropóloga Helen Fisher, da Universidade Rutgers, nos Estados Unidos, realizou um estudo para a teoria da rejeição. Ser rejeitado por um grande amor é uma das experiências mais dolorosas da experiência humana. Pensando nesta sensação e em sua relação com o amor patológico, Helen Fisher e sua equipe descobriram, a partir do escaneamento do cérebro realizado por meio da ressonância magnética funcional, que há uma área do cérebro que fica mais ativa quando os voluntários (rejeitados por seus parceiros) observavam a imagem da pessoa amada. Há ativação também de outras áreas ligadas ao pensamento obsessivo-compulsivo e a raiva. RAIVA esta que sabemos que é um sentimento secundário pois, comprovadamente por trás de toda raiva ou ódio existe um profundo amor oculto, mascarado ou doentio, seja pela própria pessoa ou por alguém ligado a ela... mas isso já é uma outra história...

Que Deus esteja com todos nós e que a Maria Mãe proteja as famílias.

Cuide da sua enquanto ainda há tempo...

Beijos na alma e CDS!


Raquel Koury
www.raquelkoury.com

sábado

AMOR DOENTIO

Olá amados!

De repente senti uma enorme necessidade de reativar o blog... Nunca sabemos quantos vão ler ou quantos vão aproveitar, mas a finalidade aqui é compartilhar experiências de vida e de casos que estudo e acompanho. Se a postagem puder ajudar, alertar ou aliviar apenas uma pessoa, já terá valido a pena, não é?

Hoje vou escrever um pouquinho sobre o AMOR... que nem sempre é como pensamos, lindo e saudável. Para que o post não fique longo, farei esta introdução e depois vou escrevendo um pouco mais sobre os vários tipos de AMOR DOENTIO.

A mente humana é capaz de fabricar todos os sentimentos por diversos motivos... Desde de sentimentos baseados naquilo que viveu nesta vida, suas experiências, sucessos e fracassos, como sentimentos que sequer seriam dela... Mas como? ...

Assim como herdamos a cor dos olhos, do cabelo e doenças hereditárias de nossos antepassados, também "herdamos" seus sentimentos através da memória energética ou DNA energético. Este fenômeno é muito bem explicado por Rupert Shaldrake e sua teoria dos Campos Mórficos ou Campos Quânticos (procurem na net, existem vários vídeos deste cientista). Estes "campos" guardam as "memórias" de tudo que foi, que é e também o que pode vir a ser (as possibilidades). Pessoas mais sensíveis acessam estas memórias do Campo com mais facilidade e de forma inconsciente, podendo a ter uma vida (por exemplo) depressiva, sem ter motivo aparente para tal. Muitos passam anos fazendo Terapias Convencionais e não conseguem uma "saída". Saída esta que acabam procurando  muitas vezes nos vícios ou na Morte.

Sabe... ninguém quer morrer de verdade, o que as pessoas querem é parar de sofrer! Mesmo sem sabermos ao certo o que vamos encontrar "do lado de lá"... as vezes esta opção do desconhecido parece ser menos dolorosa ao depressivo do que viver com este transtorno... com esta tristeza.

Olha lá eu me aprofundando... calma Raquel, não é um livro, é só uma postagem básica sobre o tema!... Então vamos falar hoje sobre um caso de amor doentio entre mães e filhos... Esta mãe, pode ser também uma tia, uma avó, uma irmã ou quem criou a pessoa... e o pior, pode ser de todas elas...ui!

O Dia das Mães está chegando e com ele vem aquela ideia de que a relação entre mães e filhos é sempre saudável. Entretanto, não é sempre que a relação é equilibrada. Seja por atitudes e desejos da mãe ou do filho(a). O famoso psicanalista Sigmund Freud (1835-1930) estudou profundamente esta relação e sua teoria – Complexo de Édipo – é o “carro-chefe” na tentativa de entender o complexo relacionamento entre pais e filhos.

Trata-se de um Complexo muito "complexo" (não achei outra palavra) para falarmos aqui, mas quem se identificar com este problema pode procurar na net que há muito material que explica como tudo isso pode acontecer. E pode... e é comum...

Existem variações neste Complexo, mas vou hoje relatar o como isso pode destruir uma família! A mãe (tia, avó, quem criou ou todas juntas nos casos mais sérios), mantém uma obsessão tão grande pelo filho, capaz de influenciar na personalidade que ele teria, pois normalmente quem sofre deste mal, acaba desenvolvendo múltiplas personalidades, numa tentativa inútil de não demonstrar seu sofrimento... Na frente dos outros é um, com a mulher é outro, com os filhos outro e com a mãe é quem ela quer que ele seja. Tudo inconscientemente! Esta pessoa não consegue assumir sua família (mulher e filhos), pois está preso na condição de filho e na co-dependência psicológica deste amor doentio... Assim, normalmente este filho escolhe mulheres parecidas com a mãe, (tia, avó, enfim), numa tentativa (INCONSCIENTE), desesperada e inútil de "substituição"... Mas isso não dá certo, pois esta mulher acaba se tornando uma mãe para ele também, e "duas mães" é sinônimo de encrenca! Da mesma forma os filhos desta pessoa o veem como um irmão mais velho e não como pai.

Muitas vezes esta mãe trava uma guerra ou uma disputa com a mulher escolhida pelo filho e ela não quer perder este "jogo"!

Então (normalmente) inconscientemente ela "envenena" dia a dia, gota a gota a mente e alma deste filho... e, se não tiver o sucesso esperado ela vai tentar fazer isso com os netos também. Vejam, isso seria uma tentativa desesperada de ganhar este “jogo”, pois sua mente inconsciente pensa assim: "Se não posso ter meu filho aqui, pelo menos terei um ou mais netos".... o importante é que a mulher do filho perca o jogo de alguma forma, mesmo que isso custe causar um estrago enorme em um dos membros da família: Seja o próprio filho, um ou mais netos ou quem sabe acertar no ALVO: "A mulher que tirou o filho dela".

Esta situação pode não acontecer caso o filho se envolva com uma mulher que aceite as regras da mãe, que seja submissa a ela e que saiba que ele, o próprio marido, é da mãe e não dela... ai que loucura!!! Sim, mas isso acontece também. Temos casos que a pessoa já se casou 2 ou 3 vezes e só na terceira conseguiu VIVER... aí entra a pesquisa: esta terceira mulher, na verdade não foi escolhida por ele, mas pela própria mãe ou com a aprovação dela.

Para "compensar" esta relação, normalmente esta mulher entrega um filho para a avó (mãe do marido) para equilibrar o sistema, ou seja, para ter um pouco dele também. Isso é fato estudado nas Constelações Familiares. Por fim este casal pode viver bem assim por anos, ou até um dia que esta mulher se enjoe desta relação e siga adiante, normalmente deixando o marido e o próprio filho para esta avó. Gentem..... tudo isto só acontece! Não é de forma consciente ok?

Sei que muitas mães saudáveis que mantém boa relação com suas noras, filhos e netos podem achar isso um absurdo! Mas é um caso muito comum que atinge milhares de famílias e ainda é a maior causa de separações de casais, ainda que na maioria das vezes eles se separem sem identificar que este era o problema.

Muitos deste filhos e netos tentam fazer terapias, mas já estão tão doentes, muitas vezes desequilibrados, depressivos ou até violentos que os terapeutas encaminham para o psiquiatra para que a pessoa seja medicada! Pessoa esta que se quer sabe que pode ser vítima deste complexo (direta ou indiretamente). Como isso acontece indiretamente?... Lembram do Campo Quântico que falei no início? Lembram da memória celular e DNA energético?... Se já é difícil identificar este problema quando ocorre diretamente com a pessoa, imaginem se ela vive todo este drama por estar se identificando com a história que aconteceu com sua avó (por exemplo)...

Aí entram as Constelações Familiares, este método terapêutico é capaz de identificar aquilo que está oculto... os "nós" sistêmicos da pessoa "constelada", sejam eles desta vida ou TRANSGERACIONAIS... Não trabalhamos com os termos de "vidas passadas" pois os métodos terapêuticos utilizados não pendem para qualquer crença, doutrina ou religião, somente nos importa os estudos científicos e seus resultados! Assim um caso transgeracional significa que o problema possa estar acontecendo por uma identificação da pessoa com algo sofrido por alguém do seu sistema familiar de outra geração, seus antepassados... que vão passando seus "nós" de pais para filhos... suas cargas emocionais mal resolvidas e, queiramos ou não, isso acontece.

Ah, mas por que aconteceu comigo e não com minha irmã (por exemplo)? Oras, quem disse que ela (sua irmã) não sofre de algo sem saber o motivo? ... Outra questão é que os mais sensíveis captam mais facilmente as memórias destes "campos".

Ha, então tá fácil, é só "constelar" que isso resolve??? ... depende... tem que haver aceitação da pessoa em compreender o que está acontecendo, aceitar, ser grato por este grande AMOR (mesmo sendo doentio), e querer se libertar dele.

Gentem... família é tudo! Pai e Mãe são sagrados!... Este "libertar" não é cortar relações, mas somente dizer que agora chega! Com muito amor e carinho ser grato a esta mãe, tia, avó, pai e dizer que daqui em diante quer seguir sua própria vida, sendo marido (ou mulher), pai ou mãe de seus filhos e não mais irmãos.

O fracasso financeiro e profissional de uma pessoa normalmente está ligado a uma relação desta ordem e esta pessoa só vai conseguir VIVER e ter SUCESSO quando colocar internamente cada um no seu lugar! Mãe é mãe, pai é pai, irmãos são irmãos e esta é a família de origem. Agora ele tem a família atual: Sua mulher e seus filhos... e esta relação e ORDEM tem que ser respeitada para os relacionamentos se tornarem saudáveis.

Caso você se identifique com este texto, seja por você, por seu companheiro, por um filho ou um amigo, a minha recomendação é sem dúvidas uma Constelação Familiar que mostra justamente o que está oculto e... bem alí, na CARA da pessoa! A partir de então, se isso não for capaz de libertá-la, talvez sejam necessários mais uma ou duas constelações... porém se você está casado (ou meio casado, ou ainda tenta uma reconciliação com seu parceiro(a) o ideal é umas três sessões de Terapia de casais após ser "constelado" que já resolverá o problema... em alguns casos sérios indico ainda uma manutenção com terapia de grupo, com pessoas que sofrem do mesmo problema. Certamente se você buscar em sua cidade, encontrará Consteladores Profissionais, Terapeutas de casais e/ou familiares e também grupos que trabalham com diversos temas, inclusive este. Minha única recomendação é que procurem saber se a formação do profissional é sistêmica (que engloba todo o sistema familiar da pessoa e do cônjuge), pois se isso não for trabalhado não haverá um resultado rápido e você poderá cair em mais uma das "terapias convencionais" que levam anos e anos e pouco resolvem. 

O AMOR É BEM COMPLEXO... AS FORMAS DE AMAR MAIS AINDA... MAS AS PESSOAS PODEM SER FELIZES E ACABAR OS SOFRIMENTO ANTES QUE SEJA TARDE, E ALGUÉM MAIS SENSÍVEL NA FAMÍLIA, ACABE ADOECENDO OU MORRENDO, NUMA TENTATIVA INCONSCIENTE E INÚTIL DE EQUILIBRAR O SISTEMA FAMILIAR, DE ACABAR COM A DOR DA FAMÍLIA... E TUDO ISSO ACONTECE POR AMOR... 


"POR TRÁS DA RAIVA E DO ÓDIO HA SEMPRE UM GRANDE AMOR OCULTO OU DOENTIO".

Hoje estamos falando especialmente do amor doentio entre mães e filhos, e tenha certeza que isso pode ser corrigido, basta a pessoa querer. Por mais que isso doa profundamente na mãe em questão, saiba que você (que sofre com isso), estará fazendo um enorme bem para ela e para todo o seu sistema familiar se, neste dia das mãe, presenteá-la com um lindo buque de rosas (menos as vermelhas, estas você deve dar a sua esposa!)... olhá-la nos olhos e dizer: "Mãe, Tia, Irmã, enfim... te amo, mas agora chega! Obrigada por tudo, mas daqui em diante eu assumo meu papel de marido e pai. Sempre serei seu filho querido, mas tenho a minha casa e minha família para cuidar e amar, também!"

Amanhã ou depois continuamos...

CUIDEM-SE e BEIJOS NA ALMA

CDS! Raquel Koury

quinta-feira

Expansão da Consciência e CURA: plantas do poder X tarja preta!

Estados alterados de consciência.

Eis um tema polêmico! 

Desde a nossa infância buscamos outros estados de consciência. Um exemplo disso são as crianças que, intuitivamente brincam de rodar em torno de si mesmas para ter aquela sensação de “ver o mundo girando”.

Também intuitivamente os animais buscam alterar a consciência ingerindo folhas de determinadas plantas de nossa rica natureza. Os elefantes costumam derrubar as frutinhas de amarula e só comê-las depois de certo tempo no chão, quando elas já fermentaram e estão alcoólicas, simplesmente para experimentarem essa alteração.

Infelizmente, muitas pessoas caem no vício do alcoolismo e outras drogas pesadas, para fugirem daquilo que as incomoda, como a depressão, a raiva, o inconformismo, a solidão, dentre outros fatores. Será que estas pessoas tornam-se viciadas por que querem? Bem, segundo alguns especialistas a resposta é Não!

Faz parte da natureza humana e animal querer conhecer outras realidades e, até por isso, a própria natureza nos fornece plantas e frutas que podem alterar nosso estado de consciência. Muitos dizem que Deus nos deixou alguns presentes naturais para que, intuitivamente, pudéssemos encontra-los e consumi-los para nos reconectar à Ele, caso nos perdêssemos no "caminho". Será que isso aconteceu???

Voltando aos viciados em drogas lícitas ou ilícitas... Estas pessoas quiseram em algum momento experimentar um estado alterado de consciência, mas qual seria o MOTIVO delas buscarem este estado? – Queriam se conectar a DEUS? Queriam ser melhores e evoluírem? Ou será que estavam cansadas de viver na depressão, solidão e acabaram experimentando e depois se tornando viciados, para fugir de sua própria “realidade” terrena?

Existem muitas formas de buscarmos outros estados de consciência que nos permitam uma conexão maior com o Divino, com o conhecimento e com o Self, uma delas é a prática da Meditação. Mas será que está na moda dizer que pratica Yoga, que medita, que participa de rituais espiritualistas com plantas do poder, ou está mais na moda o Êxtase, o Craque, o Álcool? – Certamente muitos caem no vício simplesmente para se enturmar diante seus colegas...

Meu objetivo neste texto não é falar sobre as drogas, ao contrário, abaixo tem um vídeo de um de meus mestres, psiquiatra, que se utiliza de estados alterados da consciência visando a cura de drogados. Assim, vou defender algumas filosofias e doutrinas adeptas a meditações e plantas do poder (naturais), que levam rapidamente a outros estados de consciência, que permite um auto-conhecimento profundo e contato com o divino, mas que, por falta de informação, divulgação (e porque não dizer interesse de alguns), pouco se é divulgado sobre outras formas de cura, de curar a alma a partir de uma compreensão que em nosso estado (Beta) de consciência é mais difícil de alcançar. Curando a alma/espirito, curamos a mente e o corpo também, salvos casos que não compete a nós, seres humanos, julgar ou se inconformar com os chamados "destinos" ou "carmas" (palavras que evito usar), pois estão além da nossa compreensão.

Acredito em estágios e ciclos e não sabemos como ou porque alguns encerram antes nesta jornada terrena. Porém, até estes, devem se conectar com o "desconhecido"... ou com o "lado de lá", para perderem este medo, para perceberem que aqui, este plano é somente uma passagem rápida para algo muito maior de onde já viemos e para onde iremos. A tensão vivida por pessoas com doenças graves é tamanha, que mesmo que elas neguem ou não verbalizem isso, somente o medo, aquele interno e profundo, faz por si só o caso se agravar. Conhecemos casos de cura chamados de "cura pela fé", os quais a ciência não consegue explicar, onde as pessoas gratificadas com a cura de seus corpos passaram antes por um longo processo de entendimento, perda do medo da morte, desprendimento e só depois alcançaram a cura. Não sei explicar exatamente, assim como os grandes cientistas também não sabem, mas os que menos temem, os que enfrentam seus medos e o desconhecido, tem suas vidas alongadas, sua saúde equilibrada e desfrutam dessa experiência terrena que vivemos, com mais paz e felicidade, voltando-se principalmente para algo que nos esquecemos: a caridade... o amor ao outro, o ajudar por gratidão e reconhecimento de que SOMOS TODOS UM e é ajudando o outro que estamos nos ajudando também... (pesquisem sobre a técnica de cura milenar havaiana do "ho'oponono")

Algumas religiões e/ou filosofias praticam rituais normalmente chamados de Xamânicos, como os povos antigos faziam, consumindo as chamadas “plantas do poder” em forma de chás, outros usam técnicas como a yoga, respiração, meditação para se chegar a estes estados mais profundos de consciência. Mas a mídia os coloca normalmente como fanáticos, ao que se parece, justamente para evitar que mais e mais pessoas conheçam o poder que lhes foi dado por Deus de conseguirem a auto-cura, e isso vem gerando muito preconceito em relação a estas religiões/filosofias.

O mais curioso disso é que ninguém tem preconceito em consumir derivados das plantas do poder, quando produzidos em laboratórios e vendidos em capsulas, como é o caso de muitos antidepressivos, ansiolíticos e seus “familiares”. Ninguém tem mais vergonha de dizer quais medicamentos está tomando, muito pelo contrário, trocam informações para pedir novas receitas ao psiquiatra, como se fossem receitas culinárias.

Normalmente, estas mesmas pessoas, já viciadas em seus “medicamentos” ou ainda, viciadas em seus “paradigmas”, criticam aquelas que buscam na natureza ou em técnicas alternativas, outros estados de consciência que lhes traga a cura definitiva. Estas, não percebem que estão consumindo capsulas de drogas receitadas que simplesmente inibem/mascaram o problema enquanto consumidas, mas nunca curam de fato.

A medicina CONVENCIONAL já admitiu “sua culpa”... os médicos não curam ninguém, o que fazem é controlar a doença com drogas. Já a medicina TRADICIONAL, aquela praticada pelos nossos antepassados, pelos orientais, pelos índios, Xamãs, não visa o “controle da doença” e sim OLHAM para o “doente”. Ou seja, através de suas técnicas, meditações e chás naturais, curam pessoas a partir de sua alma, olhando-as como seres espirituais tendo uma experiência humana e não um seres humanos tendo experiências espirituais.

Bem, não quero me alongar e nem ao menos mudar conceitos de ninguém, minha função neste texto é divulgar um pouco sobre este assunto que muitos vem me perguntando. Para isso, logo abaixo coloquei alguns vídeos muito interessantes, alguns deles são palestras de médicos e cientistas que estudam as plantas do poder, a espiritualidade e os estados alterados de consciência com a finalidade de CURAR PESSOAS, assumindo que a medicina convencional não deu conta disso. 

Sobre os Rituais Xamânicos ou Trabalhos de Cura: 

- Os chás tem um gosto horrível;          
- Quase sempre há uma limpeza Natural do organismo (isso mesmo, vômito ou diarreia);
- Dependendo de como estiver o seu mundo interior, nem sempre verá coisas boas, mas verá a realidade;
- Se for participar, deixe o preconceito, o EGO e todas as suas perguntas em casa, caso contrário, possivelmente os chás de plantas do poder não lhe renderão nada além do que uma boa limpeza física;
- Plantas do Poder, não dão “barato”, se consumi-las com esta intenção terá uma grande decepção;
- Conforme as decisões judiciais de nosso país, aceite as regras e instruções que lhe serão dadas, pois  são necessárias e obrigatórias, o que prova o PODER REAL das plantas, após anos e anos de estudos a respeito;
- A duração do estado alterado da consciência pelo consumo dos chás NATURAIS, varia em torno de 5 horas e não é bom ter outros compromissos neste dia.

Moral da história, você tem que saber bem o que quer antes de participar de trabalhos de cura com plantas do poder. Porém, mostro aqui o lado bom, segundo as pesquisas: 95% das pessoas que participam ao menos de 3 rituais relataram que nunca tiveram uma experiência tão reveladora em suas vidas. Dentre este grupo, 50% relataram que suas vidas modificaram para melhor, 30% obtiveram a cura desejada e 20% sentem uma melhora, mas por algum motivo a compreensão vem aos poucos, e dizem que a cada ritual sentem estarem chegando “lá”.

Bem, e os outros 5%? – Ah sim, estes são aqueles que foram fazer a experiência com outras finalidades, ou tiveram medos e bloqueios ou que simplesmente não estavam em um bom dia. Por não terem conseguido o resultado esperado, saem falando mal, dão relatos distorcidos e acabam optando por aquilo que lhes parece mais comum: “A TARJA PRETA”.

Amados, vocês bem sabem que já participei um pouco de tudo ao longo destes 25 anos de pesquisas. Aprendi uma lição nesta jornada e humildemente gostaria de lhes pedir: Assistam aos vídeos aqueles que quiserem, quem não quiser, simplesmente feche a página, mas por favor: NÃO JULGUEM! 

Minha formação é católica apostólica romana, mas hoje me considero espiritualista ecumênica. Já atendi no consultório, evangélicos, católicos, pais de santo, daimistas, pastores e padres. Respeito a diversidade e da mesma forma peço que meus leitores assim o façam! Vamos aprender a respeitar o próximo, suas crenças e religiões. Vamos aprender a NÃO JULGAR. Quem não tem telhado de vidro que atire a primeira pedra! E que antes de “atirar” se identifique, pois como anônimo é muito fácil julgar e não se expor ao julgamento, certo? 

Para finalizar... em busca da evolução o homem regrediu muito e agora sua única salvação está sendo voltar ao passado. O que hoje chamamos de medicina alternativa, nada mais é do que a medicina tradicional, a sabedoria dos nossos ancestrais, sua intuição e ligação com o Divino.

Apesar de não divulgarem isso, a matéria mais estudada e pesquisada pelas universidades atualmente é “medicina e espiritualidade”.... eles negaram por muitos anos, mas agora viram que não há outra explicação a não ser que somos seres espirituais e que os remédios que nos vem dando, não resolvem, só empurram o problema mais pra frente. Agora sim, vamos evoluir de verdade, regredindo a época em que tudo era diferente.

Que cada um encontre a melhor forma de “curar a alma” e a partir de então, VIVER de VERDADE!

Abaixo os vídeos: Assistam!

Raquel Koury
contato@raquelkoury.com  (sem br)




Plantas do Poder: Ayuaska


Psiquiatra fala do DMT (Ayuaska) na cura de dependentes químicos, para residentes em Psiquiatria



sexta-feira

Mais um comentário da autora - Leia e Comente !!!

SENSITIVOS começa no futuro, onde Sara está sendo entrevistada por Flávio Soares, o entrevistador do talk show mais famoso do Brasil. Hoje, uma amiga que começou a ler a obra, perguntou-me sobre a semelhança do talk show e do nome do apresentador com um conhecido programa de uma emissora brasileira. Apesar da semelhança, quero esclarecer que Sensitivos foi escrito de uma forma diferente. A maioria dos casos já aconteceram e o que não aconteceu, irá acontecer! Semelhanças como estas questionadas pela minha amiga, tem um motivo de ser, afinal, nada é por acaso e tudo será esclarecido no final da Série Sensitvos. A inspiração veio em minha mente com início meio e fim. Não o fim somente deste primeiro livro e sim do final de uma Série de livros que virão. No final de cada um, vários mistérios são desvendados, mas sempre deixando o gancho para o próximo. O interessante é que as pessoas que já leram Sensitivos, ficam o tempo todo querendo adivinhar sua continuidade e até mesmo alguns amigos que ainda estão lendo, costumam ligar-me perguntando se o serial killer é o Vitor, ou o Pedro, ou sugerindo até ser o próprio apresentador. Adoro essa inquietação que Sensitivos provoca nos leitores. Eles seguem as pistas junto com as personagens e querem descobrir o final, antes de terminar de ler o livro.

Será que isso é possível?
Beijos da Raquel Koury

Sensitivos por Raquel Koury

Hoje recebi um e-mail da Academia Brasileira de Cinema convocando os membros para a votação dos melhores do ano de 2009. Apesar do e-mail ser padronizado, veio assinado pelo Presidente da Academia e diretor da Rede Globo, meu grande amigo e “pai intelectual” Roberto Farias; em breve estaremos juntos novamente na cerimônia de premiação no Rio. Abri minha caixa de e-mail e ao clicar no nome dele, recordei-me dos mais de 20 e-mails que trocávamos diariamente. Roberto Farias foi o 1º a se apaixonar por Sensitivos e, com sua visão e “linguagem” cinematográfica, despertou em mim o interesse de ser roteirista. Fiz o curso com o renomado Hugo Moss e graças ao incentivo do Roberto, roteirizei boa parte do livro. Cada “cena” despertava em mim uma vontade de acrescentar mais e mais detalhes e suspense nas histórias, pois passei a vivenciá-las, enxergá-las coloridas e com fundo musical. Não sabemos ainda quem fará a adaptação audiovisual da Série, mas independente de quem o faça, Roberto sempre será meu mentor, aquele que confiou, acreditou e apostou em mim, dedicando horas e horas de sua vida durante um ano inteiro. Um recado:

“Querido Roberto, você sabe: O Sucesso de Sensitivos já estava escrito na primeira página do livro. Agradeço pelo Prefácio e pelos elogios a mim e a minha obra. Que Deus te ilumine sempre e sempre”.

Beijos da Raquel Koury

SENSITIVOS - PRIMEIRA PARTE DO LIVRO

Aqui vai um pequeno trecho do livro "SENSITIVOS". Um romance policial espiritualista que te deixará ligado do início ao fim. Aproveite!

OS SENSITIVOS

Poucas pessoas conseguem perceber do que são capazes. Dentre elas, algumas já atingiram um estágio superior de desenvolvimento psíquico e são capazes de provocar fenômenos incríveis. Infelizmente, nem todas usam suas habilidades para o bem. Essas pessoas são: os Sensitivos.

     O Psicopata

     Parecia uma noite calma na zona oeste de São Paulo. Na residência da família Lima, o relógio do DVD marcava 20 horas. O som da tevê ligada misturava-se ao choro aterrorizado da criança. Tinha no máximo 3 anos. Olhos claros, cabelos loiros, lisos e compridos. Na pele branca e angelical, destacava-se a vermelhidão deixada pelo choro contínuo. O menino estava sentado em frente à tevê. Ao lado dele, um pacote de salgadinhos e uma caneca de refrigerante, ambos vazios. No entanto, esse não era o motivo do choro constante.
     Seus olhos estavam fixos numa cena que jamais esqueceria. As moscas sobrevoavam os corpos caídos sobre a mesa de jantar e pousavam no sangue que pingava. O calmo gotejar, que aos poucos encharcava o tapete da sala, contrastava com a brutal carnificina que ocorrera havia pouco. O semblante das vítimas, no entanto, era tranquilo.
     A mulher tinha ainda no garfo um pedaço de carne espetado, pronto para ser levado à boca. Parecia satisfeita com o delicioso jantar que preparara. O homem esboçava até um sorriso, porém a cabeça estava caída no prato à sua frente. Fora decapitado. O casal, mesmo depois do sangrento assassinato, continuava sentado à mesa, como se ainda jantasse. O menino chorava aterrorizado. Parecia impossível que o homem de capa preta, que antes de sair da casa lhe fizera um carinho, fosse capaz de tal carnificina.
     Tudo aquilo, na verdade, só fora descoberto depois que a vizinha da casa ao lado, cansada de bater à porta e preocupada com os gritos do menino, chamou a polícia.
     — Meu Deus... — suspirou, chocada, a deíetive Rosana, ao invadir a casa acompanhada de outros policiais.
     A brisa da tranquila noite de novembro trazia até ela o cheiro de sangue ainda fresco.
     — Central, é a detetive Rosana. Estou atendendo ao chamado 128. Preciso que localizem o policial Pedro Silva e peçam que ele venha com urgência.
     Rosana pegou no colo o menino, que aos poucos foi parando de chorar, confortado pelo carinho do abraço. Quando ele lhe pareceu mais calmo, ela o levou até a viatura de um colega.
     Apesar de tantos anos na polícia, ainda estava abalada.

                                                                ***

     Esse era o terceiro caso na cidade. No primeiro, um bebé de poucos meses fora encontrado ao lado dos corpos dos pais. No segundo, uma menina de 6 anos estava em estado de choque, agarrada aos pés do cadáver da mãe. A criança não tinha ferimentos, mas o choque pós-traumático deixara-a muda e estática. Levaram-na para uma clínica psiquiátrica, mas dois meses tinham se passado e ela continuava em estado catatônico.
     Em todos os casos, as vítimas foram casais, sempre na hora do jantar, por volta das 19h30.
     Os corpos tinham nas costas desenhos enigmáticos, como se o assassino matasse e depois marcasse as vítimas friamente com um canivete. Se os crimes fossem obra de um psicopata, e tudo indicava que eram, também havia a possibilidade de que os marcasse com um canivete ainda vivos e só depois os matasse — mas era improvável. As vítimas eram sempre encontradas com os semblantes muito calmos, e isso era o que mais intrigava a perícia.
     O curioso era que, no local dos crimes, não havia marcas de corpos arrastados. Nenhuma evidência de que o cenário tivesse sido montado. Ao contrário, os alimentos sobre a mesa ainda estavam mornos e os casais, realmente jantando quando foram atacados. A perícia concluiu que as roupas das vítimas não eram sequer tocadas, o que tornava difícil descobrir como o assassino fazia as misteriosas marcas.
     Os fatos não tinham sido divulgados por completo. A jornalista Marina Sakamura, amiga de Pedro e Rosana, tentava insistentemente relacioná-los. Queria escrever uma matéria completa sobre o serial killer, porém, nada estava comprovado, e o delegado Clóvis, chefe de Rosana e Pedro, proibira qualquer comentário sobre as "coincidências" entre os casos. Alegava que, se isso fosse divulgado, a população ficaria alarmada, procurando mil motivos para achar que seriam as próximas vítimas. Os jornais tinham sido intimados pelo delegado a não atribuir o título de serial killer ao psicopata. Marina passava seus dias em busca de provas para que seu chefe permitisse a publicação da matéria.

                                        ***

     Quando os peritos chegaram ao local do crime, o sangue continuava gotejando sobre o tapete da sala de jantar. Alguns talheres estavam no chão, aos pés do casal. Os corpos permaneciam na mesma posição em que tinham sido encontrados. A mulher parecia não ter sofrido nada, até um dos peritos afastar seus longos cabelos loiros, que escondiam um ferimento na testa, onde parte do cérebro estava exposto, esfacelado.
     Enquanto um dos peritos isolava a casa, o outro se aproximou da mesa de jantar. Usando luvas, retirou do prato a cabeça do homem e a depositou dentro de um saco transparente.
     Perplexa, Rosana assistia à cena quando Pedro chegou ao local.


quinta-feira

Comentário da autora - Raquel Koury

Hoje fui informada pela Editora que este blog já estava no ar. Quero agradecer todo o carinho e dedicação da equipe Cultrix para com o meu 5º filho [risos]: SENSITIVOS. Sim, Sensitivos é como um filho... é uma missão, como a de ser mãe. Antes de nascer ele já era muito amado. Uma inspiração fenomenal captada lá da “Caixinha de Pandora” (como costumo chamar o Universo ou a Sabedoria coletiva e universal). Dediquei a ele todo o tempo que precisou e acima de tudo que merecia: dias de trabalho, noites em claro, preparando-o até seu nascimento. Uma devolução ao Universo por tudo que ele me proporcionou... Uma mudança de vida... Uma missão a cumprir... Um sonho que se tornou realidade. Só tenho a agradecer.  À TODOS!
Beijos da Raquel Koury
                                                                                                                       

RELEASE DE "SENSITIVOS"

 Aproveite para conhecer mais sobre o futuro lançamento da Editora Cultrix: SENSITIVOS.

     SENSITIVOS conta a história de pessoas que não conseguem explicar suas habilidades paranormais e atribuem tais fenômenos a algum tipo de enfermidade, religião, espírito ou demônio.
     Os Sensitivos se conhecem pela Internet, no blog de uma parapsicóloga. Com a ajuda dela, desenvolvem as suas aptidões e passam a ter controle delas. Fundam o Instituto de Pesquisas Parapsicológicas, o IPESPA. No decorrer da história, o grupo desvenda uma série de crimes aparentemente sem solução e casos intrigantes de paranormalidade, além de ajudar na cura de pessoas com doenças sem motivo aparente. O IPESPA torna-se conhecido e passa a atuar em parceria com um famoso hospital.
     Ao longo da trama, assassinatos inexplicáveis começam a acontecer na cidade. Para a parapsicóloga que lidera o grupo trata-se de um serial killer com capacidades paranormais.
     De repente, surge a dúvida: “Podem os Sensitivos, com seus poderes paranormais, descobrir quem é o assassino?”
     O suspense e a ação nesta obra vão deixar você eletrizado do começo ao fim, ávido para desvendar os mistérios e ansioso pelos próximos acontecimentos. O realismo fantástico da narrativa lhe oferece um excelente material para reflexão e referenciais para aplicar em sua própria vida. Apesar de ser uma obra de ficção, a maioria dos fenômenos apresentados acontece o tempo todo ao nosso redor.
     Prepare-se... Os Sensitivos vão mexer com a sua cabeça!

quarta-feira

MATÉRIAS PUBLICADAS

No dia 02 de Janeiro, saiu a reportagem do Jornal Cruzeiro do Sul falando sobre a Raquel Koury e seu primeiro livro que será lançado pela Editora Cultrix: Sensitivos. O título da reportagem já diz tudo:

"Escritora sorocabana é uma das maiores apostas do mercado editorial para o começo de 2010."
Uma das maiores apostas do mercado editorial para o começo de 2010 tem sotaque sorocabano. "Sensitivos", primeiro livro da corretora e, agora, roteirista Raquel Koury, será lançado em fevereiro pela Cultrix, com uma tiragem inicial de 20 mil exemplares. Para se ter ideia do que o número representa, basta lembrar que as editoras costumam distribuir, em situações como essa, não mais do que 3 mil volumes dos novos títulos que recebem. O projeto, que despertou o interesse dos executivos da Cultrix, e que demandou investimentos da ordem de R$ 100 mil em ações de marketing, já havia, antes, impressionado o cineasta Roberto Farias. Ele que assina o prefácio da obra, recebeu os originais enviados pela autora numa estratégia de divulgação e detectou, no texto, um potencial roteiro de minissérie para a televisão.
Para ler a reportagem na íntegra clique aqui.


No dia 22 de Dezembro, saiu a reportagem na Publishnews:

"Editora revela sua aposta para 2010."
A editora Cultrix começa 2010 com um lançamento de peso. Decidiu investir no trabalho de Raquel Koury, que lança seu primeiro livro, Sensitivos, em fevereiro do próximo ano.
Para ler a reportagem na íntegra clique aqui.

terça-feira

Raquel Koury

Raquel Koury é escritora, roteirista, membro da Acabemia Brasileira de Cinema e pesquisadora na área de parapsicologia. Após dedicar-se na adolescência ao ramo comercial de confecções, no qual a família atuava, Raquel Koury teve sua primeira experiência com a parapsicologia aos 13 anos, quando acompanhou um curso do padre José Sometti. Por oito anos participou do Centro de Investigações Parapsicológicas de Sorocaba (Cipaso). Há vinte anos dedica-se a estudos sobre parapsicologia e acumula mais de 30 cursos em seu currículo. Atualmente, Raquel Koury cursa Filosofia, especializa-se em Parapsicologia no IPPP e escreve o segundo livro da série Sensitivos.

Editora Cultrix revela sua maior aposta para 2010

A Editora Cultrix começa 2010 com um lançamento de peso. Sempre atenta às tendências do mercado editorial e à necessidade do leitor, a Cultrix decidiu investir no trabalho de Raquel Koury, que lança seu primeiro livro, Sensitivos, em Fevereiro de 2010.
Sensitivos é prefaciado pelo diretor de TV, Roberto Farias, da Rede Globo. A primeira tiragem do livro terá 20 mil exemplares, com investimento inicial de 100 mil reais em ações de marketing. A obra já é objeto de negociação com produtorias interessadas em levá-la às telas do cinema e da TV.

Saiba mais sobre a Editora Pensamento-Cultrix Ltda.

Fundada em 1907 pelo imigrante português Antônio Olívio Rodrigues, a Editora Pensamento-Cultrix Ltda. tem mais de dois mil títulos em catálogo. É precursora no Brasil da – chamada – “literatura de consciência” e reconhecida pelo pioneirismo na seleção de temas e títulos para publicação. Com livros que influenciaram várias gerações, a editora foi inovadora na concepção de sua linha editorial. Seus livros abordam assuntos como Espiritualismo, Esoterismo, Filosofia, Literatura, Sociologia, Psicologia, Gestão de Pessoas e, mais recentemente, Desenvolvimento Sustentável. Muitas de suas obras são consideradas long-sellers, pois permanecem por muitos anos no catálogo, somando tiragens substanciais. Em 2007, a Editora Pensamento-Cultrix Ltda. comemorou cem anos com vários eventos, dentre eles a criação do Museu Diaulas Riedel. No ano seguinte, publicou A Ciência de Leonardo da Vinci, de Fritjof Capra. Aos 102 anos de existência em 2009, com o objetivo de ampliar sua atuação no segmento de não-ficção, com foco nas áreas de história e biografias, a Editora Pensamento-Cultrix Ltda. faz aquisição do catálogo da Editora Seoman, composto de vários best-sellers. Recentemente lançou o livro Minha Vida na França, de Julie Child, que inspirou o filme Julie & Julia estrelado por Meryl Streep e a obra Eternamente Michael – biografia em manga de Michael Jackson.

Clique aqui para conhecer mais sobre a história da Editora.