Mostrando postagens com marcador reiki. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador reiki. Mostrar todas as postagens

quinta-feira

** Problemas com seu filho(a)? TDA, TDAH ** Rebeldia, falta de atenção ou hiperatividade? Isso pode ajudar alguém: Já ouviu falar em Crianças/Jovens desta "nova era"? Índigos, Cristais...

Olá Amados!

Hoje venho compartilhar especialmente com você que está tendo problemas com seu filho ou filha. Também você pode identificar aqui algumas características em comum com seus netos, seus alunos ou pacientes (em caso de avós, professores e terapeutas). Já ouviu falar em crianças e jovens índigo, cristal e arco-íris? Percebe algo diferente em seu filho como falta de atenção, enfrentamentos e rebeldia excessiva? Já foi chamado na escola ou recebeu apontamentos de familiares dizendo que seu filho precisa de ajuda? Pois bem, saiba mais sobre nossas "crianças e jovens de hoje" 

MEU TESTEMUNHO: O texto que vão ler abaixo é baseado em minhas pesquisas e experiências pessoais e profissionais que, como sempre gosto de compartilhar seja por livros ou textos como este. Minha pesquisa começou a partir de questões pessoais com meus filhos... como mãe, vivi na pele esta problemática há 15 anos atras, quando ainda se falava pouco sobre este assunto. Após muitos anos de pesquisa em torno do tema, defendi uma tese junto a UMESP - Universidade Metodista de São Paulo com muito sucesso, o que me levou a fazer uma pós graduação em Psicopedagogia e especialização em Terapia Sistêmica e hoje desenvolver projetos com estas crianças e treinar novos profissionais nesta área, que carece ainda de muitas pesquisas e principalmente de terapeutas e professores que se especializem numa abordagem sistêmica capaz de ajudar estas crianças e sua famílias. Tratam-se de crianças e jovens especiais que vem sendo “massacradas” pela sociedade e, muitas vezes, medicadas sem necessidade. Se não fossem meus estudos, meus 4 filhos teriam tomado os medicamentos que falaremos no texto abaixo... Naquela época lançaram a tal da "ritalina", mas hoje esta droga tem muitos "primos" que enriquecem cada vez mais as indústrias farmacêuticas. Hoje, meus filhos mais velhos, muito bem encaminhados, são a prova viva que nem sempre a solução está nos remédios e que a "cura" pode estar numa orientação adequada, uma terapia breve e o ponto principal... no verdadeiro elixir da vida que os alquimistas levaram anos para descobrir: O AMOR E A FÉ. Atualmente enfrento alguns dos "sintomas" com meus filhos mais novos, porém admiro profundamente seus questionamentos, pois não tenho dúvidas onde eles irão chegar. Procurei resumir minha tese e adaptar da melhor maneira para que mais pessoas possam entender. Quem sabe mães desesperadas como um dia eu fiquei, ou avós preocupados como meus pais já estiveram, e também para professores e terapeutas que se identifiquem com este trabalho e queiram participar do projeto. Hoje em dia dou cursos de formação em terapias sistêmicas e especialização para profissionais se atualizarem em diversas áreas sob este novo olhar sistêmico que vem trazendo resultados rápidos e eficazes no mundo todo. Caso se identifique com o texto abaixo, seja como pai, mãe, professor, terapeuta e quem sabe até com você mesmo que, já na casa dos 20, 30 ou 40 anos... (conforme esclarece o texto), pode ser uma desta crianças já crescidas, no final da página deixarei um e-mail de contato caso queira saber mais sobre o assunto.

AS CRIANÇAS E JOVENS DE HOJE 

Existe uma notória evolução delas nos últimos tempos, pois vem demonstrando ter conhecimentos e habilidades muito além de sua idade, causando “espanto” em pais, professores e sociedade em geral.

A evolução vem acontecendo num processo contínuo e gradativo principalmente a partir dos anos 90. Alguns especialistas afirmam que houve um “salto quântico” que provocou esta transformação, bem diferente do desenvolvimento sequencial e natural.

Apesar deste “salto” ser mais evidente a partir dos 90, algumas crianças mais evoluídas e consideradas na época “especiais”, nasceram nos anos 70 e 80. Hoje adultas, são elas que estão fazendo a diferença em nosso presente e cuidando para que exista um futuro melhor. Na época em que nasceram, apesar de receberem rótulos, de serem discriminadas, não havia esses transtornos da moda e drogas que prometessem resolver o “problema”. Assim muitas destas “crianças de hoje”, já estão na casa dos 30 e 40 anos, algumas conseguiram enfrentar preconceitos, problemas e se sobressaírem, outras talvez ainda sofram até hoje, já adultas.

Já as crianças e jovens de hoje, com faixa etária entre 2 e 18 anos, estão sendo sufocadas e muitas delas medicadas com drogas fortes o que causa profundo pesar em mim e em outros especialistas no assunto, como estudiosos de Parapsicologia, Psicologia, Etimologia, Quântica, Astrologia, dentre outras ciências que buscam respostas nos motivos desta evolução e uma forma adequada de lidar com estas crianças e jovens especiais, comumente chamadas de rebeldes e rotuladas como “geração especial”, “nova era”, “superdotadas”, "altas habilidades", "especiais", “índigo”, “cristal”, “arco-íris”, e o pior, diagnosticadas erroneamente com os transtornos da moda.

A maioria delas apresenta uma inteligência acima do considerado normal, ainda assim e até por isso, são vistas como “crianças-problemas”, quando que, se convivessem com pessoas preparadas para lidar com elas, seriam notadas e classificadas como crianças com qualidades extraordinárias.

Pois bem, o problema estaria nas "crianças e jovens de hoje" ou na sociedade e nos educadores (pais, coordenadores e professores) que não tem preparo para lidar com elas?... E ainda, considerando a modernidade e todo o conteúdo negativo que somos expostos até dentro de nossas casas através de noticiários, novelas e até de "inocentes" desenhos infantis, fora os mais diversos tipos de famílias com pais e mães que já vieram de outros relacionamentos e estas crianças já nascem com "meio-irmãos" por parte de pai e de mãe, algumas são adotadas por casais formados por dois homens ou duas mulheres, enfim... se mudamos tanto ao longo da história, por que seria difícil enxergarmos que estas crianças já sentem toda esta mudança desde o útero ou quem sabe ainda antes disso?.... Será que elas não estão respondendo a esta "modernidade" toda para conseguirem sobreviver?... Para os mais velhos um pouco, pensem como reagiriam as "crianças de antigamente" neste mundão de agora?

Bem, elas apresentam um conjunto de características que fogem aos padrões comuns, e apresentam um tipo de comportamento ainda não classificado cientificamente. Essas características podem ser verificadas por observação imediata, direta, daqueles que tem informações a respeito. Assim, os diretores, coordenadores, professores, médicos, psicólogos e psicopedagogos precisam desenvolver muito sua capacidade de observação imediata, para lidar não só com as crianças e jovens de hoje como também com os pais delas.

“O ideal seria que houvesse escolas de pais também, pois se ao menos estes reconhecessem a potencialidade de seus filhos, as crianças e jovens de hoje seriam apoiadas por àqueles que amam ao invés de expor tantas questões particulares para pesquisadores, como vem acontecendo durante os anos que estudo o assunto”.

Sem dúvidas um fenômeno fascinante, mas relativamente novo no campo da pesquisa, por isso ainda não se tem “espaço” para tratar deste assunto com a atenção que ele merece. Podemos dizer também que não existe interesse em resolver a situação devido a muitos fatores, um deles é o faturamento absurdo das indústrias farmacêuticas com as mais variadas drogas que prometem “resolver” os transtornos da moda.

Assim, descrevo aqui algumas das dezenas de características comuns desta nova geração, a fim de, quem sabe, colaborar com algumas das crianças e jovens de hoje, através das informações deste texto a seus leitores.

As características presentes na maioria dos pesquisados e rotulados como “jovem/criança-problema”: são intuitivas (uma forma de inteligência); fogem aos padrões do que é considerado normal; demonstram grande sensibilidade; entediam-se fácil; questionam tudo, tem excesso de energia; demonstram dificuldade de concentração; não aceitam autoritarismo e hipocrisia; calam-se quando não podem colocar suas ideias; não aceitam métodos de ensino repetitivos ou passivos; são atentas somente para tarefas que se interessam; são únicas, inquietas, cada uma na sua maneira de ser; personalidade muito forte, mesmo os casos mais raros (quando são quietas); têm consciência de seu lugar na família e no mundo; gostam de desafios; querem explicações do por que tem de fazer determinadas coisas; são extremamente criativas; muitas com habilidades telepáticas desenvolvidas; acreditam em si mesmas; são espontâneas; gostam de fazer as coisas à sua maneira; gostam de ser úteis; gostam de ser ouvidas como adultos; traumatizam-se com seus erros e podem desenvolver bloqueios de aprendizagem; apresentam rebeldia; são comumente (e erroneamente) diagnosticadas hiperativas ou como portadoras de transtorno de déficit de atenção (TDA) e de transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH).

A capacidade de questionamento desta geração em relação aos seus incômodos é impressionante. Apresentam um conhecimento muito além da sua idade, muitas vezes, equivalente ao de mestres, sábios e cientistas que levaram muitos anos para adquirir tal conhecimento ou chegar a determinadas e complexas conclusões. Para essa nova geração, isso não parece ser tão complexo. Encaram tudo de uma forma natural, “como se” sempre soubessem de tudo.  Será?

Apesar de muitas teorias a respeito é impossível determinar se este conhecimento é nato ou intuído. De qualquer maneira elas estariam intuindo de onde ou de quem? Ou se nasceram com esse conhecimento e comportamento, teriam “herdado” de fontes Universais ou estariam simplesmente respondendo a altura desta modernidade toda? - É o que as novas ciências empenham-se para descobrir... O maior objetivo é desmistificar aquilo que está oculto e, principalmente, fazer que o considerado paranormal ou anormal hoje, seja o normal de amanhã, ensinando pais e educadores como lidar com esta situação, fazendo de seu filho(a) um “gênio” ao invés de rotulá-lo como “louco”, como foram rotulados os grandes sábios da nossa história.
  
Essa geração sente-se sufocada e incompreendida e o resultado disso são crianças e jovens crescendo frustradas e angustiadas. A rebeldia gradativa que elas apresentam, chega a ser compreensível para aqueles que tomam conhecimento dos motivos da mesma. E aí está o grande problema, poucos tomam ciência de como elas se sentem, uma vez que elas sequer são ouvidas ou creditadas. Ao contrário, estão sendo constantemente analisadas e rotuladas por falta de informação ou formação específica para os educadores (pais e professores), que na maioria das vezes nem imaginam os danos que podem estar causando. Na intensão de disciplinar adequadamente, muitos educadores acabam punindo-as e podando suas ideias, sem ter o conhecimento dos traumas, dos bloqueios e do futuro brilhante que estão podando.

Um quadro comum é quando os pais recebem a reclamação da escola e acabam levando-os a psiquiatras e psicólogos "convencionais" e assim elas estão sendo diagnosticadas com os mais variados transtornos da modernidade, condenadas a passar anos da infância e da adolescência tomando as famosas “drogas da obediência” que deixam a criança “dócil”, muito parecido com a lobotomia praticada antigamente. Tudo para se enquadrarem dentro dos padrões esperados pela sociedade, dentro do “sistema”.

No início, quando ainda pequeninos, tudo que fazem é lindo e os pais adoram exibir as habilidades de seus rebentos. Mas quando crescem, deixam de ser os fofinhos inteligentes e passam a ser os rebeldes. Os pais recebem reclamações das escolas, as escolas indicam psicólogos, psiquiatras e neurologistas para essas “crianças diferentes”, e é quando começa uma longa trajetória para a família.

Tanto as famílias que tem convênios médicos como as famílias que dependem de atendimento público, enfrentam imensas filas de espera, levando, ás vezes, meses para conseguirem uma consulta. Quando finalmente são atendidos, os pais levam aos profissionais quase sempre as mesmas informações: que seu filho está rebelde, perturbando a aula, não tem concentração, e isso e aquilo... Devido a enorme fila de espera na recepção, esses pais são atendidos em 5 minutos. O cenário é uma mãe ansiosa, o profissional com pressa e uma criança ou jovem entediada e angustiada com mais rótulos que sabe que receberá. O profissional, observando a inquietude e a impaciência da criança/jovem,  a diagnostica com os transtornos da moda, o mais comum tem sido o TDA - Transtorno do Déficit de Atenção ou TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, e é quando a criança recebe uma receita de uma das famosas “drogas da obediência”.

Pois bem, crianças medicadas, casa silenciosa, professores e pais satisfeitos.

Satisfeitos?  - O que a sociedade está fazendo com suas crianças? São crianças especiais que vieram ao mundo para gritar mesmo. Elas são o futuro, elas serão os futuros governantes, os futuros cientistas, o futuro do Planeta. E o que se está fazendo com elas?
Calando-as...

Um profissional (psicólogo, terapeuta) é contratado por uma escola para, na maioria das vezes, comparecer uma ou duas vezes na semana e acompanhar simplesmente de quinhentas à mil crianças em 4 horas. Será que isso é o suficiente para ele analisar cada criança e encaminhar para um psicologo ou psiquiatra? Será que isso é suficiente para os pais levarem seu filho ao médico e ganhar uma receitinha dessa droga?

Esses profissionais estão lá para observarem as crianças cujos professores indicam um comportamento diferenciado. Pelo pouco tempo que eles tem, realmente seria impossível um trabalho específico com cada uma delas, assim acabam encaminhando para médicos e terapeutas que infelizmente, muitos ainda não se atualizaram sobre esta nova realidade. Observei casos que, com apenas algumas orientações aos pais, elas já melhoraram o comportamento em 50% em apenas duas semanas. É necessário orientar os professores também, que podem em muito colaborar, mas isso temos feito individualmente, caso a caso, gota a gota, pois para implantar um projeto ou campanha visando orientar os educadores em geral dentro da própria escola, é necessário vontade em ajudar, vontade para aprender a ensinar, humildade para aprender a aprender, conscientização de que se trata de algo novo que ainda não foi ensinado nas Universidades. É preciso quebrar paradigmas para aprender a ensinar esta geração e também aprender com ela, que tem dado muitas dicas de como se fazer isso.

São poucos os profissionais especializados nessa área para atender a quantidade de crianças, jovens e famílias que sofrem com isso, assim fica mais fácil para todos fazer o convencional: medicar a criança e submetê-las a anos de terapias... Uma pena, pois o "problema" poderia ser resolvido com uma avaliação do quadro, uma orientação aos pais e um processo agradável e lúdico com a criança, de forma rápida, eficaz e muitas vezes em grupos com outras crianças, que trabalham estas questões através da ARTE em suas mais variadas formas: desenhos, argilas, jogos e teatros, onde ludicamente encenam e espontaneamente acontecem excelentes constelações sistêmicas infantis. Enfim, existem alternativas para que a criança se sociabilize sem ter que tomar a "droga da obediência" (ritalina e suas primas), que fatalmente as levará para outras drogas na adolescência e na fase adulta.

Acompanhei muitos casos antes de concluir que é a sociedade (pais, professores, médicos entre outros) quem apresenta as primeiras drogas as crianças. “Sente dor, toma isso que passa”. “Sente estresse, toma aquilo”.  E agora, o que estão fazendo com as crianças de hoje?
   
Drogando-as ainda mais para satisfazer os padrões de exigências da sociedade. Não seria mais moral assumir esta nova realidade e enfrentar a mudança obvia que estas crianças/jovens vêm sofrendo, aproveitando suas habilidades para direcioná-las para o bem ao invés de droga-las com o apoio do governo, da escola, dos professores e dos próprios pais?... Este assunto é urgente! O tempo é muito caro para ser desperdiçado. A sociedade está calando as crianças e jovens de hoje e assim pré-determinando o futuro delas e consequentemente o do Planeta. Serão elas que governarão o país, serão elas que lutarão pelos direitos de outras crianças, adolescentes e idosos. Serão elas os futuros cientistas que descobrirão a cura de muitas doenças e os futuros facilitadores para a resolução dos problemas educacionais que persistem e ainda surgirão.

“Elas” estão aqui e mostrando a que vieram, mas sentem-se incompreendidas, ignoradas. Sem dúvidas são jovens e crianças que estão dando mais “trabalho” do que outras gerações, porém com habilidades mais desenvolvidas e raciocínio lógico precoce. A ignorância destes fatos por parte dos educadores e da sociedade em geral só faz com que o ciclo continue: elas cada vez mais rebeldes e angustiadas e a sociedade em geral se enforcando em suas próprias cordas.

Elas não querem que suas ideias e ideais continuem sendo sufocados. Esperam que seus educadores (pais, professores, coordenadores e diretores) assumam o papel de “facilitadores” ao invés de mestres inatingíveis. Não é a posição, os cabelos brancos ou os “títulos” que conferem o direito de respeito e sim a admiração... pelo menos é assim que funciona com as crianças e jovens de hoje, que pouco estão se importando com os “padrões de normalidade” impostos pela sociedade. Afinal, muitas delas crescem sem a presença de um pai ou de uma mãe, são educadas por escolas de tempo integral, por babás ou pela própria televisão, onde assistem o que querem e os pais sequer sabem o conteúdo. Por que elas tem de engolir tudo isso e os adultos não podem compreender que talvez elas estejam num processo de reação, quem sabe até uma "blindagem", numa tentativa sistêmica de transformar o ser-humano um pouco mais humano, como eramos antigamente?

Elas só querem ser vistas, querem que entendam o que fizeram ou porque cometeram determinado “erro” (conforme o manual do aluno), manual que elas sequer leram...

As crianças e jovens de hoje estão gritando por socorro, são extraordinárias, são “presentes” que vieram para cuidar do futuro e precisam ser-ouvidas, ser-creditadas, ser-ajudas para poderem ajudar e quem sabe ser-humanos um pouco mais humanos.

Encerro pedindo que reflitam sobre uma frase do filme Nosso Lar que gosto muito: "Os médicos e engenheiros daqui estão aprendendo novas tecnologias. Logo eles estarão na Terra para aplicá-las". (Chico Xavier) 



O QUE FAZER?

Hoje em dia já existe profissionais capacitados para avaliar seu filho(a) com um olhar sistêmico, abrangente e acolhedor que pode trazer resultados extremamente rápidos para ele(a) e todo seu sistema familiar. Trabalhamos com grupos em Sorocaba e ITU (a 70km de SP), onde de forma lúdica, fazemos a avaliação junto com profissionais especializados enquanto eles brincam. Para saber como funcionam os grupos, >> CLIQUE AQUI <<. Caso você more distante ou em outros estados, fazemos avaliações ONLINE (por skype, telefone e emails), e então encaminhamos, dependendo do caso, para profissionais de nossa Equipe em sua região. Nosso Programa chama-se "As Crianças e Jovens de Hoje", e sempre indicaremos profissionais que trabalhem com terapias BREVES, afinal você deve ter urgência em ver a melhora da criança e de toda a sua família. Meses e meses de terapias convencionais não ajudarão muito nisso, certo? Caso seu filho(a), aluno(a), paciente(a) apresente algumas das características descritas neste texto, aproveite a abertura de novos grupos e inscreva-se clicando neste link: http://filosofiasistemica.com/grupo-de-criancas-e-jovens

***ATENÇÃO PROFISSIONAIS E INTERESSADOS PELO TEMA***: TEMOS CURSOS ESPECÍFICOS DE FORMAÇÃO E INFORMAÇÃO, SEJA VOCÊ UM PROFISSIONAL DA ÁREA, ALGUÉM INTERESSADO OU QUERENDO SE FORMAR. PRECISAMOS DE MAIS PESSOAS ATENDENDO GRUPOS DE CRIANÇAS E JOVENS, PARA DIMINUIR O NÚMERO DE DROGAS QUE MUITOS JÁ TOMAM, E AINDA, TRAZER UM ALIVIO RÁPIDO PARA AS FAMÍLIAS. PARA SABER MAIS >> CLIQUE AQUI << 
E, se achar que este texto pode ajudar pessoas, logo abaixo tem os logos das redes sociais, onde você pode clicar e compartilhar. Obrigada por nos visitar. Volte Sempre!

Um grande beijo de Raquel Koury   www.raquelkoury.com (sem br)

sábado

AMOR DOENTIO

Olá amados!

De repente senti uma enorme necessidade de reativar o blog... Nunca sabemos quantos vão ler ou quantos vão aproveitar, mas a finalidade aqui é compartilhar experiências de vida e de casos que estudo e acompanho. Se a postagem puder ajudar, alertar ou aliviar apenas uma pessoa, já terá valido a pena, não é?

Hoje vou escrever um pouquinho sobre o AMOR... que nem sempre é como pensamos, lindo e saudável. Para que o post não fique longo, farei esta introdução e depois vou escrevendo um pouco mais sobre os vários tipos de AMOR DOENTIO.

A mente humana é capaz de fabricar todos os sentimentos por diversos motivos... Desde de sentimentos baseados naquilo que viveu nesta vida, suas experiências, sucessos e fracassos, como sentimentos que sequer seriam dela... Mas como? ...

Assim como herdamos a cor dos olhos, do cabelo e doenças hereditárias de nossos antepassados, também "herdamos" seus sentimentos através da memória energética ou DNA energético. Este fenômeno é muito bem explicado por Rupert Shaldrake e sua teoria dos Campos Mórficos ou Campos Quânticos (procurem na net, existem vários vídeos deste cientista). Estes "campos" guardam as "memórias" de tudo que foi, que é e também o que pode vir a ser (as possibilidades). Pessoas mais sensíveis acessam estas memórias do Campo com mais facilidade e de forma inconsciente, podendo a ter uma vida (por exemplo) depressiva, sem ter motivo aparente para tal. Muitos passam anos fazendo Terapias Convencionais e não conseguem uma "saída". Saída esta que acabam procurando  muitas vezes nos vícios ou na Morte.

Sabe... ninguém quer morrer de verdade, o que as pessoas querem é parar de sofrer! Mesmo sem sabermos ao certo o que vamos encontrar "do lado de lá"... as vezes esta opção do desconhecido parece ser menos dolorosa ao depressivo do que viver com este transtorno... com esta tristeza.

Olha lá eu me aprofundando... calma Raquel, não é um livro, é só uma postagem básica sobre o tema!... Então vamos falar hoje sobre um caso de amor doentio entre mães e filhos... Esta mãe, pode ser também uma tia, uma avó, uma irmã ou quem criou a pessoa... e o pior, pode ser de todas elas...ui!

O Dia das Mães está chegando e com ele vem aquela ideia de que a relação entre mães e filhos é sempre saudável. Entretanto, não é sempre que a relação é equilibrada. Seja por atitudes e desejos da mãe ou do filho(a). O famoso psicanalista Sigmund Freud (1835-1930) estudou profundamente esta relação e sua teoria – Complexo de Édipo – é o “carro-chefe” na tentativa de entender o complexo relacionamento entre pais e filhos.

Trata-se de um Complexo muito "complexo" (não achei outra palavra) para falarmos aqui, mas quem se identificar com este problema pode procurar na net que há muito material que explica como tudo isso pode acontecer. E pode... e é comum...

Existem variações neste Complexo, mas vou hoje relatar o como isso pode destruir uma família! A mãe (tia, avó, quem criou ou todas juntas nos casos mais sérios), mantém uma obsessão tão grande pelo filho, capaz de influenciar na personalidade que ele teria, pois normalmente quem sofre deste mal, acaba desenvolvendo múltiplas personalidades, numa tentativa inútil de não demonstrar seu sofrimento... Na frente dos outros é um, com a mulher é outro, com os filhos outro e com a mãe é quem ela quer que ele seja. Tudo inconscientemente! Esta pessoa não consegue assumir sua família (mulher e filhos), pois está preso na condição de filho e na co-dependência psicológica deste amor doentio... Assim, normalmente este filho escolhe mulheres parecidas com a mãe, (tia, avó, enfim), numa tentativa (INCONSCIENTE), desesperada e inútil de "substituição"... Mas isso não dá certo, pois esta mulher acaba se tornando uma mãe para ele também, e "duas mães" é sinônimo de encrenca! Da mesma forma os filhos desta pessoa o veem como um irmão mais velho e não como pai.

Muitas vezes esta mãe trava uma guerra ou uma disputa com a mulher escolhida pelo filho e ela não quer perder este "jogo"!

Então (normalmente) inconscientemente ela "envenena" dia a dia, gota a gota a mente e alma deste filho... e, se não tiver o sucesso esperado ela vai tentar fazer isso com os netos também. Vejam, isso seria uma tentativa desesperada de ganhar este “jogo”, pois sua mente inconsciente pensa assim: "Se não posso ter meu filho aqui, pelo menos terei um ou mais netos".... o importante é que a mulher do filho perca o jogo de alguma forma, mesmo que isso custe causar um estrago enorme em um dos membros da família: Seja o próprio filho, um ou mais netos ou quem sabe acertar no ALVO: "A mulher que tirou o filho dela".

Esta situação pode não acontecer caso o filho se envolva com uma mulher que aceite as regras da mãe, que seja submissa a ela e que saiba que ele, o próprio marido, é da mãe e não dela... ai que loucura!!! Sim, mas isso acontece também. Temos casos que a pessoa já se casou 2 ou 3 vezes e só na terceira conseguiu VIVER... aí entra a pesquisa: esta terceira mulher, na verdade não foi escolhida por ele, mas pela própria mãe ou com a aprovação dela.

Para "compensar" esta relação, normalmente esta mulher entrega um filho para a avó (mãe do marido) para equilibrar o sistema, ou seja, para ter um pouco dele também. Isso é fato estudado nas Constelações Familiares. Por fim este casal pode viver bem assim por anos, ou até um dia que esta mulher se enjoe desta relação e siga adiante, normalmente deixando o marido e o próprio filho para esta avó. Gentem..... tudo isto só acontece! Não é de forma consciente ok?

Sei que muitas mães saudáveis que mantém boa relação com suas noras, filhos e netos podem achar isso um absurdo! Mas é um caso muito comum que atinge milhares de famílias e ainda é a maior causa de separações de casais, ainda que na maioria das vezes eles se separem sem identificar que este era o problema.

Muitos deste filhos e netos tentam fazer terapias, mas já estão tão doentes, muitas vezes desequilibrados, depressivos ou até violentos que os terapeutas encaminham para o psiquiatra para que a pessoa seja medicada! Pessoa esta que se quer sabe que pode ser vítima deste complexo (direta ou indiretamente). Como isso acontece indiretamente?... Lembram do Campo Quântico que falei no início? Lembram da memória celular e DNA energético?... Se já é difícil identificar este problema quando ocorre diretamente com a pessoa, imaginem se ela vive todo este drama por estar se identificando com a história que aconteceu com sua avó (por exemplo)...

Aí entram as Constelações Familiares, este método terapêutico é capaz de identificar aquilo que está oculto... os "nós" sistêmicos da pessoa "constelada", sejam eles desta vida ou TRANSGERACIONAIS... Não trabalhamos com os termos de "vidas passadas" pois os métodos terapêuticos utilizados não pendem para qualquer crença, doutrina ou religião, somente nos importa os estudos científicos e seus resultados! Assim um caso transgeracional significa que o problema possa estar acontecendo por uma identificação da pessoa com algo sofrido por alguém do seu sistema familiar de outra geração, seus antepassados... que vão passando seus "nós" de pais para filhos... suas cargas emocionais mal resolvidas e, queiramos ou não, isso acontece.

Ah, mas por que aconteceu comigo e não com minha irmã (por exemplo)? Oras, quem disse que ela (sua irmã) não sofre de algo sem saber o motivo? ... Outra questão é que os mais sensíveis captam mais facilmente as memórias destes "campos".

Ha, então tá fácil, é só "constelar" que isso resolve??? ... depende... tem que haver aceitação da pessoa em compreender o que está acontecendo, aceitar, ser grato por este grande AMOR (mesmo sendo doentio), e querer se libertar dele.

Gentem... família é tudo! Pai e Mãe são sagrados!... Este "libertar" não é cortar relações, mas somente dizer que agora chega! Com muito amor e carinho ser grato a esta mãe, tia, avó, pai e dizer que daqui em diante quer seguir sua própria vida, sendo marido (ou mulher), pai ou mãe de seus filhos e não mais irmãos.

O fracasso financeiro e profissional de uma pessoa normalmente está ligado a uma relação desta ordem e esta pessoa só vai conseguir VIVER e ter SUCESSO quando colocar internamente cada um no seu lugar! Mãe é mãe, pai é pai, irmãos são irmãos e esta é a família de origem. Agora ele tem a família atual: Sua mulher e seus filhos... e esta relação e ORDEM tem que ser respeitada para os relacionamentos se tornarem saudáveis.

Caso você se identifique com este texto, seja por você, por seu companheiro, por um filho ou um amigo, a minha recomendação é sem dúvidas uma Constelação Familiar que mostra justamente o que está oculto e... bem alí, na CARA da pessoa! A partir de então, se isso não for capaz de libertá-la, talvez sejam necessários mais uma ou duas constelações... porém se você está casado (ou meio casado, ou ainda tenta uma reconciliação com seu parceiro(a) o ideal é umas três sessões de Terapia de casais após ser "constelado" que já resolverá o problema... em alguns casos sérios indico ainda uma manutenção com terapia de grupo, com pessoas que sofrem do mesmo problema. Certamente se você buscar em sua cidade, encontrará Consteladores Profissionais, Terapeutas de casais e/ou familiares e também grupos que trabalham com diversos temas, inclusive este. Minha única recomendação é que procurem saber se a formação do profissional é sistêmica (que engloba todo o sistema familiar da pessoa e do cônjuge), pois se isso não for trabalhado não haverá um resultado rápido e você poderá cair em mais uma das "terapias convencionais" que levam anos e anos e pouco resolvem. 

O AMOR É BEM COMPLEXO... AS FORMAS DE AMAR MAIS AINDA... MAS AS PESSOAS PODEM SER FELIZES E ACABAR OS SOFRIMENTO ANTES QUE SEJA TARDE, E ALGUÉM MAIS SENSÍVEL NA FAMÍLIA, ACABE ADOECENDO OU MORRENDO, NUMA TENTATIVA INCONSCIENTE E INÚTIL DE EQUILIBRAR O SISTEMA FAMILIAR, DE ACABAR COM A DOR DA FAMÍLIA... E TUDO ISSO ACONTECE POR AMOR... 


"POR TRÁS DA RAIVA E DO ÓDIO HA SEMPRE UM GRANDE AMOR OCULTO OU DOENTIO".

Hoje estamos falando especialmente do amor doentio entre mães e filhos, e tenha certeza que isso pode ser corrigido, basta a pessoa querer. Por mais que isso doa profundamente na mãe em questão, saiba que você (que sofre com isso), estará fazendo um enorme bem para ela e para todo o seu sistema familiar se, neste dia das mãe, presenteá-la com um lindo buque de rosas (menos as vermelhas, estas você deve dar a sua esposa!)... olhá-la nos olhos e dizer: "Mãe, Tia, Irmã, enfim... te amo, mas agora chega! Obrigada por tudo, mas daqui em diante eu assumo meu papel de marido e pai. Sempre serei seu filho querido, mas tenho a minha casa e minha família para cuidar e amar, também!"

Amanhã ou depois continuamos...

CUIDEM-SE e BEIJOS NA ALMA

CDS! Raquel Koury